Em nosso segundo encontro no Vocacional, a professora
Gabriela propôs que fizéssemos a leitura do texto 'Saúde, doença e cuidado: complexidade teórica e necessidade histórica',
de Carlos Baristella. Fomos previamente separados em grupos cuja
responsabilidade atribuída fora explanar/apresentar os conceitos de saúde e doença
inerentes a cada período histórico.
O grupo que
compus, juntamente com os colegas Olavo, Karyna e Gabriela, abordou o conceito
de saúde desde a Pré-história até a Civilização Romana. Realizando pesquisas
acerca da Medicina Romana – a parte que me coube, dentro do grupo – várias
peculiaridades me chamaram atenção, como a presença de “esboços” de
especializações entre os médicos romanos, a importância já atribuída ao
sanitarismo, ao início da composição de uma valorosa literatura médica e os
medicamentos (muitos compostos por ervas) mais comuns nesse período. Ademais, exibimos um pequeno trecho do documentário: Inventos da Antiguidade - Medicina Primitiva (History Channel).
A partir das demais apresentações, pude perceber a significação do
contexto histórico também para a atribuição e delimitação do conceito de saúde.
Cada sociedade, no decorrer do tempo e espaço, possui necessidades específicas
e deveras peculiares, na maioria das vezes. Logo, é perceptível a efemeridade
de cada definição que tange à saúde, sendo sempre necessária a renovação e a
atualização dessa definição. O que nos permite dizer que em se tratando de
saúde, não há um único conceito, absoluto e imutável; há conceitos infindos,
que surgem e permanecem (ou não) e auxiliam no entendimento das práticas e
acepções de saúde, atendendo às particularidades de cada período, sociedade,
cultura e localidade.
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