No terceiro encontro de nosso Vocacional, tivemos o
texto ‘Abordagens contemporâneas
do conceito de saúde’, de Carlos Baristella, como leitura
obrigatória.
Iniciamos a
aula relembrando algumas de nossas expectativas explicitadas no primeiro
encontro. Para amenizar as nossas inquietações, assistimos a um vídeo do Steve
Jobs relatando sua história de vida e a mensagem de perseverança, confiança e
fé no futuro era evidente. (Moral da história: Be hungry, be foolish!) Em
seguida, a professora Gabriela nos expôs um trabalho denominado “Discurso do
Sujeito Coletivo”, realizado a partir de nossas próprias definições acerca do
conceito de saúde, também decorrentes do primeiro encontro. Esse trabalho é uma
espécie de compilação de opiniões semelhantes – semanticamente – convergindo na
composição de um só discurso. É uma espécie de ‘uníssono textual’: várias vozes
compondo um mesmo texto, que, no fim das contas, realmente parece ser oriundo
de um único sujeito (coletivo).
Ademais,
assistimos vídeos retratando a noção do conceito ampliado de saúde e refletimos
ainda mais no intuito de construir acepções nossas, tão completas e abrangentes
quanto possível.
No segundo
momento da nossa aula, tivemos o primeiro contato com o método PBL (a ser
trabalhado no BI e no curso de Medicina, no segundo ciclo). Nesse contexto, nos
reunimos em nossos grupos estabelecidos para o Módulo 1 e tivemos que discutir
acerca do caso de Dona Ismênia. Buscar uma vertente do conceito de saúde para
analisá-lo no caso em específico, discutir a dualidade saúde x doença na
família, tentar solucionar os problemas da família com algumas intervenções e
medidas hipotéticas (não fora exigido o aprofundamento no caso, apenas uma
análise superficial, mas que abarcasse todos os conteúdos trabalhados até
então).
Particularmente falando, o método me apetece bastante porque
parece integrar a teoria à prática de forma mais natural e realista. Partindo
do pressuposto de que posteriormente teremos casos reais para lidar e buscar
solucionar, nada mais apropriado do que começar a fazê-lo de forma hipotética e
quase despretensiosa, não percebendo o quanto podemos evoluir em diagnósticos e
prognósticos com esses exercícios.
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