Chegado o
fim de mais um ciclo, é incrível olhar para trás e perceber nossa evolução,
tanto no componente quanto nas vivências proporcionadas pelo componente. Lembro-me
de ter escrito, a pedido da prof. Penha, uma breve reflexão sobre a importância
(na minha opinião) desse componente em nossa vida, principalmente no âmbito
acadêmico e profissional, futuramente.
Apesar de
estar certa em minhas constatações, acho que o componente transcendeu e está
além de qualquer expectativa ou vislumbre que eu poderia ter tido no início do
quadrimestre. Nunca pensei ser possível “ensinar sensibilidade”. Não só é
possível como necessário!
É engraçado
interpretar e analisar até mesmo as metodologias adversas adotas pelas duas
professoras que tivemos. Enquanto Penha enfocava a sensibilidade enquanto
vivência e liberdade, Fabi buscava disciplinar, de certo modo, nossa
sensibilidade e, dessa forma, ser sensível mesmo quando nos exigem disciplina e
conteúdos. Até nisso tivemos sorte! Foi fantástico lidar com o mesmo componente
sob vieses tão distintos e únicos, cada um a seu modo e sua personalidade.
Nesse
ínterim, volto a ratificar a importância desse componente: a sensibilidade que
soubemos e pudemos construir, por assim dizer, nos acompanhará em todo e
qualquer aspecto de nossas vidas. Não se pode ser nada nessa vida se não
formos, antes de tudo, seres sensíveis e aptos a lidar com o emocional e
encaixá-lo nos vários âmbitos das vivências.
Em suma,
lidar com esse componente foi uma dádiva! Não consigo me enxergar sem as
peculiaridades que apreendi e as minúcias que enxerguei quando me permiti ir
além e ser, acima de tudo, muito mais sensível do que julguei ser possível
apenas com um componente curricular na universidade. Por fim, gratidão e
certeza de que a utilidade desses ensinamentos me acompanharão sempre.
(Natália Oliveira)
Obrigada!
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